Boa noite. Hoje decido contar-vos uma história. E digo decido não no sentido em que alguma vez esteve aberto a decisão, mas sim no sentido de que eu é que sou fantástico e o Alexandro no mothafuckin' titulo sou eu. Se querem decidir as histórias que aparecem, criem um blog, chamem-lhe 'As Aventuras Equídeas do Barnabé' ou 'Alice Engole' e escrevam sobre o que vos apetece, embora com titulos desses não me pareça que vão ser histórias muito apeteciveis, histórias como as deste blog. A sério, tenham juizo,vá. É impreterível que afastem de imediato esse dildo de látex preto, já um pouco gasto e a cheirar a cócó que repousa solenemente sobre a vossa secretária, como se fosse normal ter um caralho preto ao pé das canetas e dos marcadores. A sério, afastem essa merda que o cheiro enjoa-me e vocês não conseguem prestar atenção se tiverem a promessa do sexo anal ao virar da caneca das canetas. Então vamos lá:
Era uma vez uma princesa linda. Que era virgem. Não, a sério, não era fufa nem nada, só nunca tinha montado a pitão zarolha, deixem-na em paz. Então esta princesa, chamemos-lhe Zerebetina, um nome de bom tom e de carácter real, como Duarte ou Camila. A princesa Zerebetina era virgem e viva num castelo com o seu pai, velho rebarbado que batia punhetas até só esguichar pó. Viviam sozinhos porque o pai da Zerebetina, chamemos-lhe Pivias, assediava as criadas e os criados e o gado e até uma fruta ou outra de ar mais maroto, e a mãe de Zerebetina havia fugido quanto a terceira remessa de criadas do mês partira com o gado, para um castelo onde não tivessem a promessa quase constante de um esguicho morno no olho. Um dia, acabara Zerebetina de acordar com o seu pai a tentar camuflar a pila de escova de dentes, ouviu um grito vindo da rua: "Oh meu Deus que me apalparam! Ai que fui violada, tão violada que eu fui!". De imediato, o Pivias exclama que não foi ele, que é sempre a mesma merda e que já não se pode ir a um orfanato assustar umas crianças que se é logo rotulado de violador. Zerebetina corre as escadas e abre a porta enorme do castelo, e eis que encontra uma mulher, um pouco mais velha que Zerebetina, deitada no chão, a chorar (ou preliminares, como eu gosto de dizer). Zerebetina de imediato ajuda a mulher a levantar-se, ignorando os pedidos do seu pai por um cat fight ou uma boa fufalhice logo ali. Zerebetina chama o médico da aldeia (que ficava no sopé do monte ou uma cena assim, que é que isso interessa, isto não é Tolkien) que diz que a senhora tinha era falta de pila e que andava naquilo à procura de morcela para o cozido. Pivias oferece-se para preencher a abertura e também a posição que estava aberta, mas é rejeitado pois a sua picha já estava velha, encarquilhada, suja e estranhamente parecida com uma escova de dentes. O médico confessa a Zerebetina que não há nenhuma picha no reino que possa curar a senaita da mulher, a não ser a picha mais pura, mais bela e mais sumarenta no reino. Infelizmente, esta picha pertencia a um dragão que a tinha roubado a um principe que a tinha ganho ao poker com o Cláudio Ramos, que a usava para palitar os dentes. Então Zerebetina parte, sem medos, em busca deste dragão, de seu nome Geraldes.(Sim, o dragão chamava-se Geraldes. O blog é meu, vão pó caralho mais as vossas nomenclaturas tradicionalistas, têm sorte de não se chamar Dom Carlos de Lencastre e Pipitela.). Após milhares de kilómetros caminhados, com o seu pai como escudeiro (ou punheteiro, como quiserem), Zerebetina descobre que afinal não era um dragão que possuia o pénis milagroso, mas uma drag queen, de seu nome André. Eis que Zerebetina toma as rédeas do cavalo e vai rumo ao bar onde trabalhava André, a vender sarapitolas por cinco euros e duas carcaças. Após o encontro dos dois, em que Zerebetinas deu uso ao Kung-Fu e Tae Kwon Do e André deu uso às de Vila Diogo, André diz-lhe que apenas lhe entregará o pénis se Zerebetina o vencer numa batalha épica de chupanço de piços. Zerebetina vê-se na obrigação de dizer que sim,donzela que é donzela nunca rejeita um desafio, pois fica mal. Começa a batalha. André chupa três ou quatro pilas à vez, sem olhar a gosto nem sujidade, é só aviar, até dá gosto. Zerebetina vai a meio do primeiro e engasga-se. Diz 'Não quero mais, é muito salgado e salgados para mim é só o rissol.' e sai do desafio. Eis que Zerebetina, não satisfeita com o desfecho do desafio perdido, saca do seu hímen,que trazia no bolso, (nunca é preciso, nunca é preciso e depois toda a gente quer e ninguém sabe onde está), sufoca André e lhe rouba o pénis, salvo seja. Volta para casa, fornica a outra, que se casa com o pai e vivem felizes para sempre. O pai tem cona para encher, a mulher tem pila para foder ali à vontade e Zerebetina, como já matou um homem com o hímen, já não é virgem. Fim.
Moral: Fodam o mais depressa possível senão depois metem-se em aventuras e têm que lutar com drag queens e o caralho e agora com este frio, não apetece sair do edredon quanto mais ir meter-me com um traveca. Nem no Verão, quanto mais agora.