segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Boa noite. Hoje decido contar-vos uma história. E digo decido não no sentido em que alguma vez esteve aberto a decisão, mas sim no sentido de que eu é que sou fantástico e o Alexandro no mothafuckin' titulo sou eu. Se querem decidir as histórias que aparecem, criem um blog, chamem-lhe 'As Aventuras Equídeas do Barnabé' ou 'Alice Engole' e escrevam sobre o que vos apetece, embora com titulos desses não me pareça que vão ser histórias muito apeteciveis, histórias como as deste blog. A sério, tenham juizo,vá. É impreterível que afastem de imediato esse dildo de látex preto, já um pouco gasto e a cheirar a cócó que repousa solenemente sobre a vossa secretária, como se fosse normal ter um caralho preto ao pé das canetas e dos marcadores. A sério, afastem essa merda que o cheiro enjoa-me e vocês não conseguem prestar atenção se tiverem a promessa do sexo anal ao virar da caneca das canetas. Então vamos lá:


Era uma vez uma princesa linda. Que era virgem. Não, a sério, não era fufa nem nada, só nunca tinha montado a pitão zarolha, deixem-na em paz. Então esta princesa, chamemos-lhe Zerebetina, um nome de bom tom e de carácter real, como Duarte ou Camila. A princesa Zerebetina era virgem e viva num castelo com o seu pai, velho rebarbado que batia punhetas até só esguichar pó. Viviam sozinhos porque o pai da Zerebetina, chamemos-lhe Pivias, assediava as criadas e os criados e o gado e até uma fruta ou outra de ar mais maroto, e a mãe de Zerebetina havia fugido quanto a terceira remessa de criadas do mês partira com o gado, para um castelo onde não tivessem a promessa quase constante de um esguicho morno no olho. Um dia, acabara Zerebetina de acordar com o seu pai a tentar camuflar a pila de escova de dentes, ouviu um grito vindo da rua: "Oh meu Deus que me apalparam! Ai que fui violada, tão violada que eu fui!". De imediato, o Pivias exclama que não foi ele, que é sempre a mesma merda e que já não se pode ir a um orfanato assustar umas crianças que se é logo rotulado de violador. Zerebetina corre as escadas e abre a porta enorme do castelo, e eis que encontra uma mulher, um pouco mais velha que Zerebetina, deitada no chão, a chorar (ou preliminares, como eu gosto de dizer). Zerebetina de imediato ajuda a mulher a levantar-se, ignorando os pedidos do seu pai por um cat fight ou uma boa fufalhice logo ali. Zerebetina chama o médico da aldeia (que ficava no sopé do monte ou uma cena assim, que é que isso interessa, isto não é Tolkien) que diz que a senhora tinha era falta de pila e que andava naquilo à procura de morcela para o cozido. Pivias oferece-se para preencher a abertura e também a posição que estava aberta, mas é rejeitado pois a sua picha já estava velha, encarquilhada, suja e estranhamente parecida com uma escova de dentes. O médico confessa a Zerebetina que não há nenhuma picha no reino que possa curar a senaita da mulher, a não ser a picha mais pura, mais bela e mais sumarenta no reino. Infelizmente, esta picha pertencia a um dragão que a tinha roubado a um principe que a tinha ganho ao poker com o Cláudio Ramos, que a usava para palitar os dentes. Então Zerebetina parte, sem medos, em busca deste dragão, de seu nome Geraldes.(Sim, o dragão chamava-se Geraldes. O blog é meu, vão pó caralho mais as vossas nomenclaturas tradicionalistas, têm sorte de não se chamar Dom Carlos de Lencastre e Pipitela.). Após milhares de kilómetros caminhados, com o seu pai como escudeiro (ou punheteiro, como quiserem), Zerebetina descobre que afinal não era um dragão que possuia o pénis milagroso, mas uma drag queen, de seu nome André. Eis que Zerebetina toma as rédeas do cavalo e vai rumo ao bar onde trabalhava André, a vender sarapitolas por cinco euros e duas carcaças. Após o encontro dos dois, em que Zerebetinas deu uso ao Kung-Fu e Tae Kwon Do e André deu uso às de Vila Diogo, André diz-lhe que apenas lhe entregará o pénis se Zerebetina o vencer numa batalha épica de chupanço de piços. Zerebetina vê-se na obrigação de dizer que sim,donzela que é donzela nunca rejeita um desafio, pois fica mal. Começa a batalha. André chupa três ou quatro pilas à vez, sem olhar a gosto nem sujidade, é só aviar, até dá gosto. Zerebetina vai a meio do primeiro e engasga-se. Diz 'Não quero mais, é muito salgado e salgados para mim é só o rissol.' e sai do desafio. Eis que Zerebetina, não satisfeita com o desfecho do desafio perdido, saca do seu hímen,que trazia no bolso, (nunca é preciso, nunca é preciso e depois toda a gente quer e ninguém sabe onde está),  sufoca André e lhe rouba o pénis, salvo seja. Volta para casa, fornica a outra, que se casa com o pai e vivem felizes para sempre. O pai tem cona para encher, a mulher tem pila para foder ali à vontade e Zerebetina, como já matou um homem com o hímen, já não é virgem. Fim.


Moral: Fodam o mais depressa possível senão depois metem-se em aventuras e têm que lutar com drag queens e o caralho e agora com este frio, não apetece sair do edredon quanto mais ir meter-me com um traveca. Nem no Verão, quanto mais agora.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Boa noite. Venho por este meio comunicar o meu noivado com uma modesta senhora que conheci à cerca de três meses num honesto e civil bar, cujo nome era 'No Buraco É Tão Bom'. Esta senhora, daqui em diante conhecida como Sra. Bobocito En Su Colito (ou Genoveva, se a conhecerem, e todos vocês loucos do lar de 3ª idade do Largo da Trindade sabem de quem estou a falar! Warup, Teotónio, Zé Carlos, André, Geraldes, Leopoldina e senhoras auxiliares.) completa-me o ser. Não são apenas as suas tetas descaidas, que me proporcionam momentos de enorme prazer, como aquela vez em que lhe pisei uma mama nas escadas e passei uma divertida temporada no hospital, a receber clísteres diários, ou aquela vez que a encontrei com ambas as mamas enroladas à volta do pescoço num género de abraço mortal da pitão, a fazer de cachecol. Ah sim, as gargalhadas que partilhamos quando a Genoveva soltava uma bufa daquelas de velho, equiparáveis às dos cães, que nos fazem duvidar de se o local certo para aquilo é na rua ou no sitio onde tratavam os doentes de Chernobyl. E a primeira vez que a vi nua? Quando parei de gritar, quatro horas depois, não sei se por ter desmaiado, se pelo tesão monstruoso com que estava, onde estaria, sem duvida alguma, três quartos de todo o sangue do meu corpo, e depois de ter descoberto onde estava o seu mamilo (estava debaixo da cama, para os curiosos. Quando se desenrola uma mama murcha, se não se segue logo o mamilo, tamos fodidos. Nem com GPS e mapa.) teve inicio uma das sessões mais épicas de amor na qual tive a honra de participar. Era mamas descaidas, era peida descaida, bordas da cona descaidas, palpebras descaidas, pele dos braços descaida. Desconfio que se não fosse pelos ossos, a mulher descaia-se toda no chão. Mas isto apenas lhe dava mais flexibilidade, que ela utilizava para fazer coisas que as raparigas com menos de 70 anos não conseguem fazer. Por exemplo: Não precisávamos de um baloiço sexual. Amarro as mamas da Genoveva à ventoinha, meto a funcionar na força minima e voilá. Além de pele descaida, há que ter imaginação, meus amigos. Não vos posso descrever mais do corpo da minha noiva pois sempre que lhe olho da cintura para baixo, desmaio com convulsões e o meu pénis recolhe-se para dentro do abdómen, estilo tartaruga. Uns dizem que é nojo, mas eu acho que é amor. E um pouco de nojo.
Falemos agora da infância da Genovas (nome carinhoso que uso no quarto. Also, QueRaioEstásAFazer, Tira-meODildoDoCu e Bombom). A Genovas foi criado num ghetto em África, antes da colonização, o que lhe dá survival skills que metem o Chuck Norris a chorar num canto agarrado a duas Glocks. Uma vez vi a Genovas a matar um gato só com uma unha do mindinho, que roeu e atirou com tanta força que o gato foi esfolado só com o impacto. Imaginem o potencial do batimento de punhetas desta mão santa. Acho que é só isto. A Genovas também conhece Jesus Cristo, mas diz que não gosta de falar da vida romântica porque isso está no passado e eu respeito. Não batam na mão que vos embala o escroto.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Então boa noite, leitores deste blog que mais uma vez vos obriga a levantar do sofá (ou sófá, não sei se são retardados ou não), exclamando "Maria, traz os miudos que saiu um post novo". Após o meu primeiro post, recebi comentários inflamados, clamorando uma mudança na linguagem deste blog. Como bom jovem que sou, imprimi estes comentários e abasteci-me de favas e grão. Deixo a mente do leitor adivinhar o que fiz com o papel dos comentários (limpei as nádegas, para os desprovidos de imaginação). Para mostrar a quem acha que este blog é um antro de imundice (e é, a sério, o subtitulo desta merda é 'bobocito en su colito', não toparam logo?) que também consigo escrever sem asneiras, sem contar com as que disse agora porque precisava de ilustrar o meu argumento e porque o blog é meu e invento as regras que quiser. Continuando. O post que vos apresento não contém asneiras nenhumas e está completamente desprovido de metáforas sexuais ou imagens do mesmo género. Aproveitem enquanto dura a bonança, bitches. A sério, foi a ultima.

Hoje vi o episódio mais épico da série mais épica de sempre, Californication. A série é sobre um escritor que parece que em vez de usar a caneta para escrever, usa a caneta do corpo para assinar cheques em branco. O episódio de hoje foi o tempestade perfeita de cócó, e o Hank (o protagonista), senhor das suas one-liners e punchlines com um timing mais que perfeito, tentou apagar o fogo que ardia em sua casa, pois apareciam onda a seguir a onda das protagonistas femininas desta série. One-liner após one-line, punchline após punchline, o Hank lutava bravamente contra tudo o que estas moças lhe atiravam, no equivalente ao seu D-Day. Do que eu quero vir aqui falar é de uma frase que o Hank atira a certa altura, numa tentativa (fracassada, já agora) de desviar as atenções de si: "Copy that, motherfucker". Não sei se é da frase, se é o timing ou o que raio é que o homem faz à frase, mas juro pela saude do meu escroto que nunca me ri tanto em toda a minha vida como quando ouvi esta... prenda do Senhor. Kudos, Senhor Moody. Kudos.

Viram? Viram? Nem uma asneira. NEM UMA. Tomas, bem-feitas. Haters feios. Nem spoilei o episódio, de tão bom que sou.

"Colini, out!" - Sue Colini

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Ah, nada com o cheiro a blog novo. Ainda por desflorar. Ainda sem o cheiro a sémen deglutido que emanará dos comentários. Assim sim. Mas como começar este post que será, no fundo, o cartão de apresentação deste blog? O titulo e o subtítulo aumentam logo as expectativas do leitor, que ao ver-se em frente a um bicho deste, com línguas estrangeiras e 'bobocitos' e o caralho a sete, não sabe se há-de continuar a ler ou afastar-se lentamente até ao canto mais próximo, onde ficará de boca aberta, a observar a pureza e o puro 'awesome juice' que emana do meu blog. A vocês prometo-vos o seguinte, queridos leitores! No minimo, trinta asneiras e/ou metáforas de teor sexual por post. Acho que é o minimo que posso fazer por vós, sem contar com mostrar as minhas brancas e flácidas mamas de homem. Agora, ultrapassado este obstáculo inicial que as vossas mentes pervertidas me propuseram, darei o salto para a blogosfera, voltando à minha pergunta inicial. Sobre que raio deverá ser o primeiro post deste blog? Terá que ser um post digno, pois vai desflorar este blog. E tal como uma cona não quer um caralho com gonorreia e todo leproso, a escorrer pus, este blog quer, não, pede um caralho de post que seja limpo e no minimo que deixe os leitores com vontade de puxar para tras o prepucio e abocanhar a glande rosa que é a minha mente. Partilho então convosco uma história da minha infante adolescência.

Era eu um cachopo, com os seus dezasseis ou dezassete anos, ainda uma criança nesta vida, quando me deparo com uma fantabulástica invenção, comparável com a pivia e o pão fatiado. As revistas de gajas! Ai, o que essas revistas não traziam... Gajas, carros, gajas, anedotas, gajas, anedotas sobre gajas, gajas, brinquedos todos high-tech. E as horas que eu passava a espancar o meu macaquito, a ver essas revistas. Muitas modelos me passaram pelas mãos e as unicas marcas que me deixaram foram um calo na ponta da gaita, a que agora chamo, com carinho e amor, o galo do caralho. Dá algum grip, essencial quando estamos a escanhoar uma e tá calor e temos as mãos a suar. Aconselho desde já os punheteiros a desenvolver um calo desses. Continuando. Essas revistas traziam sempre entrevistas a paneleiros e fufas que por falta de foda, se dedicavam a escrever poesia e prosa para então terem buraco onde se meter. Pensava eu, na minha mente ainda virgem: "Se estes rabilons e rabilonas conseguem arranjar cu com estes textos todos niquentos, também eu devo conseguir! Aliás, devo até conseguir o dobro, porque eu não tenho que me preocupar em levar no cu de um editor para aparecer numa revista.". Eis que nasce então o meu eu prosaico, que se dedica exclusivamente a inventar textos para mostrar às amigas para depois irem ao castigo. Escrevo então a seguinte espingarda, que me angariou toneladas métricas de cona:
"A guerra... É fodido ser soldado porque além de não podermos bater à punheta, temos que estar sempre a limpar a arma e isso puxa mesmo a vontade de esgalhar a sarapitola. Depois, temos que matar pessoas, e isso também é mau porque vemos muito sangue e lembramo-nos logo do período e o período vem da snaita. A única parte boa de ser soldado é que quando voltamos temos sempre uma gaja que nos quer dar os 'parabéns' porque defendemos o nosso 'país' ou lá o que é. A sorte é que dá os parabéns com a crica, e não com a boca, como as outras pessoas. Não gostava de ser soldado porque também faz doer a alma estarmos a matar tanta gente por um ideal que não é nosso e quem fez a guerra está em casa, com a mulher e os filhos, não está a sofrer nas trincheiras, seja nas feitas em terra seja nas que são feitas na nossa cabeça. (Esta ultima parte roubei de um veterano qualquer que estava a morrer num hospital todo fodido, e acho que era o que me arranjava tanto pipi)".

E pronto, parece-me bem. Acho que comecei bem. Como eu gostei e não quero saber se vocês gostaram, acho que foi um bom começo. Vejo-vos na próxima sexta!

"Sounds like a plan, motherfucker!!!"- Hank Moody