Ah, nada com o cheiro a blog novo. Ainda por desflorar. Ainda sem o cheiro a sémen deglutido que emanará dos comentários. Assim sim. Mas como começar este post que será, no fundo, o cartão de apresentação deste blog? O titulo e o subtítulo aumentam logo as expectativas do leitor, que ao ver-se em frente a um bicho deste, com línguas estrangeiras e 'bobocitos' e o caralho a sete, não sabe se há-de continuar a ler ou afastar-se lentamente até ao canto mais próximo, onde ficará de boca aberta, a observar a pureza e o puro 'awesome juice' que emana do meu blog. A vocês prometo-vos o seguinte, queridos leitores! No minimo, trinta asneiras e/ou metáforas de teor sexual por post. Acho que é o minimo que posso fazer por vós, sem contar com mostrar as minhas brancas e flácidas mamas de homem. Agora, ultrapassado este obstáculo inicial que as vossas mentes pervertidas me propuseram, darei o salto para a blogosfera, voltando à minha pergunta inicial. Sobre que raio deverá ser o primeiro post deste blog? Terá que ser um post digno, pois vai desflorar este blog. E tal como uma cona não quer um caralho com gonorreia e todo leproso, a escorrer pus, este blog quer, não, pede um caralho de post que seja limpo e no minimo que deixe os leitores com vontade de puxar para tras o prepucio e abocanhar a glande rosa que é a minha mente. Partilho então convosco uma história da minha infante adolescência.
Era eu um cachopo, com os seus dezasseis ou dezassete anos, ainda uma criança nesta vida, quando me deparo com uma fantabulástica invenção, comparável com a pivia e o pão fatiado. As revistas de gajas! Ai, o que essas revistas não traziam... Gajas, carros, gajas, anedotas, gajas, anedotas sobre gajas, gajas, brinquedos todos high-tech. E as horas que eu passava a espancar o meu macaquito, a ver essas revistas. Muitas modelos me passaram pelas mãos e as unicas marcas que me deixaram foram um calo na ponta da gaita, a que agora chamo, com carinho e amor, o galo do caralho. Dá algum grip, essencial quando estamos a escanhoar uma e tá calor e temos as mãos a suar. Aconselho desde já os punheteiros a desenvolver um calo desses. Continuando. Essas revistas traziam sempre entrevistas a paneleiros e fufas que por falta de foda, se dedicavam a escrever poesia e prosa para então terem buraco onde se meter. Pensava eu, na minha mente ainda virgem: "Se estes rabilons e rabilonas conseguem arranjar cu com estes textos todos niquentos, também eu devo conseguir! Aliás, devo até conseguir o dobro, porque eu não tenho que me preocupar em levar no cu de um editor para aparecer numa revista.". Eis que nasce então o meu eu prosaico, que se dedica exclusivamente a inventar textos para mostrar às amigas para depois irem ao castigo. Escrevo então a seguinte espingarda, que me angariou toneladas métricas de cona:
"A guerra... É fodido ser soldado porque além de não podermos bater à punheta, temos que estar sempre a limpar a arma e isso puxa mesmo a vontade de esgalhar a sarapitola. Depois, temos que matar pessoas, e isso também é mau porque vemos muito sangue e lembramo-nos logo do período e o período vem da snaita. A única parte boa de ser soldado é que quando voltamos temos sempre uma gaja que nos quer dar os 'parabéns' porque defendemos o nosso 'país' ou lá o que é. A sorte é que dá os parabéns com a crica, e não com a boca, como as outras pessoas. Não gostava de ser soldado porque também faz doer a alma estarmos a matar tanta gente por um ideal que não é nosso e quem fez a guerra está em casa, com a mulher e os filhos, não está a sofrer nas trincheiras, seja nas feitas em terra seja nas que são feitas na nossa cabeça. (Esta ultima parte roubei de um veterano qualquer que estava a morrer num hospital todo fodido, e acho que era o que me arranjava tanto pipi)".
E pronto, parece-me bem. Acho que comecei bem. Como eu gostei e não quero saber se vocês gostaram, acho que foi um bom começo. Vejo-vos na próxima sexta!
"Sounds like a plan, motherfucker!!!"- Hank Moody
dang boy. you is funnys !
ResponderEliminarmuito bom!!! agora just keep it up que é a parte fudida
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