Boa noite. Venho por este meio comunicar o meu noivado com uma modesta senhora que conheci à cerca de três meses num honesto e civil bar, cujo nome era 'No Buraco É Tão Bom'. Esta senhora, daqui em diante conhecida como Sra. Bobocito En Su Colito (ou Genoveva, se a conhecerem, e todos vocês loucos do lar de 3ª idade do Largo da Trindade sabem de quem estou a falar! Warup, Teotónio, Zé Carlos, André, Geraldes, Leopoldina e senhoras auxiliares.) completa-me o ser. Não são apenas as suas tetas descaidas, que me proporcionam momentos de enorme prazer, como aquela vez em que lhe pisei uma mama nas escadas e passei uma divertida temporada no hospital, a receber clísteres diários, ou aquela vez que a encontrei com ambas as mamas enroladas à volta do pescoço num género de abraço mortal da pitão, a fazer de cachecol. Ah sim, as gargalhadas que partilhamos quando a Genoveva soltava uma bufa daquelas de velho, equiparáveis às dos cães, que nos fazem duvidar de se o local certo para aquilo é na rua ou no sitio onde tratavam os doentes de Chernobyl. E a primeira vez que a vi nua? Quando parei de gritar, quatro horas depois, não sei se por ter desmaiado, se pelo tesão monstruoso com que estava, onde estaria, sem duvida alguma, três quartos de todo o sangue do meu corpo, e depois de ter descoberto onde estava o seu mamilo (estava debaixo da cama, para os curiosos. Quando se desenrola uma mama murcha, se não se segue logo o mamilo, tamos fodidos. Nem com GPS e mapa.) teve inicio uma das sessões mais épicas de amor na qual tive a honra de participar. Era mamas descaidas, era peida descaida, bordas da cona descaidas, palpebras descaidas, pele dos braços descaida. Desconfio que se não fosse pelos ossos, a mulher descaia-se toda no chão. Mas isto apenas lhe dava mais flexibilidade, que ela utilizava para fazer coisas que as raparigas com menos de 70 anos não conseguem fazer. Por exemplo: Não precisávamos de um baloiço sexual. Amarro as mamas da Genoveva à ventoinha, meto a funcionar na força minima e voilá. Além de pele descaida, há que ter imaginação, meus amigos. Não vos posso descrever mais do corpo da minha noiva pois sempre que lhe olho da cintura para baixo, desmaio com convulsões e o meu pénis recolhe-se para dentro do abdómen, estilo tartaruga. Uns dizem que é nojo, mas eu acho que é amor. E um pouco de nojo.
Falemos agora da infância da Genovas (nome carinhoso que uso no quarto. Also, QueRaioEstásAFazer, Tira-meODildoDoCu e Bombom). A Genovas foi criado num ghetto em África, antes da colonização, o que lhe dá survival skills que metem o Chuck Norris a chorar num canto agarrado a duas Glocks. Uma vez vi a Genovas a matar um gato só com uma unha do mindinho, que roeu e atirou com tanta força que o gato foi esfolado só com o impacto. Imaginem o potencial do batimento de punhetas desta mão santa. Acho que é só isto. A Genovas também conhece Jesus Cristo, mas diz que não gosta de falar da vida romântica porque isso está no passado e eu respeito. Não batam na mão que vos embala o escroto.
whatever floats your boat...
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