terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Boa noite, paneleiros adoradores. Não tive a hipótese de fazer um post na passada semana pois encontrei-me deveras ocupado. A fazer o quê? Pois bem, a combater o crime e o infortúnio. Onde? Na cona da vossa mãe, tão a querer saber muito para o meu gosto, a minha vida não é o cu do Goucha, só cabem cá dois, eu e a Genoveva. Ao contário do cu desse senhor, desse macho latino, desse símbolo português, que é 'o' Goucha. Parece que estão a estudar as suas nádegas para desenvolver um meio de transporte anfíbio, uma forma mais segura se transportar centenas de tropas quando houver uma guerra. E foi a evitar uma guerra que eu andei este semana toda. Uma roda viva de cona e balas. Mais cona que balas, mas toda a gente sabe que é mais perigoso o buraco da senaita que o buraco da bala. Eu e o meu parceiro, 'o' Goucha, e não digo parceiro no sentido homossexual, pois toda a gente sabe que eu nasci sem olho do cu, o ultimate anti-paneleiro, o que torna a prática da homossexualidade não só impossível de um ponto de vista físico mas também impossivel do ponto de vista de que eu já tenho um sítio molhado e apertado que me aconchegue (i.e. Genoveva) e se ela sabe que eu a engano, corta-me a picha e dá de comer a um país do terceiro mundo. Durante 3 meses. E quatro anos. O que eu quero dizer é que sou o possuidor de um enorme, bem, não quero dizer 'pénis' pois não se enquadra bem nesse nicho, uma vez que nunca nenhum pénis adquiriu consciência própria e se tornou primeiro-ministro de um pequeno país (sei que muitos de vocês estão a pensar que vou gozar com o Sócrates, mas não, a esse considero-o mais um 'olho do cu' que um 'pénis'), portanto digamos apenas que o meu pénis tem poder para vos mandar matar, se quiser. Continuando. Imagino que muitos de vocês estejam na ponta do vosso dildo, esperando ansiosamente para serem banhados por esse meio litro morninho que é a minha história de combate ao crime por esse Portugal fora. Então, para evitar que venham à minha procura e me implorem pela história, ao mesmo tempo que me abocanham gentilmente o senhor ministro, começo o meu relato verídico da ultima semana. Atenção que devido à enorme quantidade de opiáceos e mad pussy, toda a semana se confunde na minha mente, portanto não esperem horas certas, dias certos, nomes certos e factos verdadeiros. A sério, se aparecer alguém com uma motoserra feita de mamas que cospem fogo, não comecem a comprar soutiens à prova de fogo em quantidades exorbitantes. Então foi assim:

Era mais um dia normal, no sentido de que começou com a polícia a bater-me à porta e comigo algemado a algumas strippers (mais que 10 e seguramente menos que 58), um anão e com um asno no quarto (agora sim, uma piada a José Sócrates). Enfio de imediato as strippers no cu do Goucha, que passara a noite em minha casa, uma vez que somos uma dupla de justiceiros o que faz com que o facto de ele dormir em minha casa não seja gay, antes pelo contrário, seja bastante másculo. A sério, vão ver à internet, ou à vossa vasta colecção de filmes porno/gay e vejam lá se algum deles inclui uma dupla de justiceiros. Continuando. Com as strippers em segurança no cu do Goucha, o asno e o anão a fingirem que eram uma fonte no meio da minha sala e os preservativos colados no tecto de forma a parecerem a Capela Sistina, abro a porta aos polícias. "Bom dia, sôr Alexandre" disseram-me eles, com o seu nariz a estremecer com o cheiro a pachacha que emanava do meu humilde domicílio. Cumprimentei-os, e perguntei o que se passava. Disseram-me que o presidente havia sido raptado por um grupo de transgressores e que eu e o Goucha éramos os únicos capazes de o salvar e evitar assim uma guerra civil. Eu perguntei porque é que havia de o salvar pois toda a gente sabe que durante uma guerra civil é que se arranja vagina da boa. Eles disseram-me então que me davam as chaves do depósito nacional da Sagres e eu saltei de imediato para dentro do meu bólide (um triciclo da chicco '86, vermelho) com o Goucha. Com a emoção, o Goucha soltou um peido e as strippers caem todas em cima do carro da polícia, intactas, novinhas em folha (digam o que disserem do homem, mantém um esfíncter mais limpo que muitos hotéis de cinco estrelas). Partimos então para o meu esconderijo secreto, onde fomos buscar o nosso material de guerrilha: uma muda de cuecas, uma batedeira eléctrica e como arma, o dildo do Goucha, um adamastor de látex que mete medo a muita puta em fim de carreira. Ligamos ao nosso informador, o 118. Não sabia de nada, como sempre. Fomos então a casa do presidente, onde vasculhámos tudo, e sem contar com a colecção bastante perturbadora de vaginas em loiça, não encontrámos nada. Estávamos piores que duas baratas tontas, sendo que eu era a barata máscula do casal, não quero cá merdas. O Goucha tem então uma ideia. Montarmos uma operação em que pagariamos o resgate e depois ele sentava-se em cima do lider e levávamos o lider para a cadeia e eu morria num tanque de cerveja, como o minha mãe sempre quis para o seu filho. Pareceu-me boa ideia, e para não darmos muito nas vistas, metemos um anúncio na RTP2 a dizer as horas e o local. É mais ou menos nesta altura que perco a noção do tempo pois o dildo do Goucha caiu-me em cima e ainda hoje ando um pouco tonto com o peso monstro que me caiu nos cornos. De qualquer modo, acho que entrámos no armazém previamente combinado e lá estavam eles, 50 marretas. Literalmente, marretas. Tipo o cocas e o poupas amarelo. A sério, jur... Sabem que mais, pode ter sido a pancada do dildo. O Goucha está a dizer-me que eram só quatro gajos. Bem me pareceu estranho, a onda dos marretas é mais guerrilha urbana. Então nós revelamos as nossas intenções e o Goucha saca do dildo, dizendo para nos passarem o presidente com cuidado se queremos ir todos para casa com fé completa na nossa orientação sexual. Eles disparam, eu atiro as minhas cuecas sujas, mato dois. Os outros dois começam a correr, o Goucha atira o dildo rasteirinho, eles tropeçam e caem, e então o Goucha tranca-os nos seus entrefolhos anais. Agarro no presidente, que estava muito preocupado pois já não via Californication para cima de uma semana (a citação exacta foi : "Que se foda Portugal, quando inventarmos um Hank Moody é que eu me preocupo com esta estrebaria") e desato a correr dali para fora. Desligamos o presidente robot que andava a fazer as vezes do real, metemos o real a fazer um discurso à nação e eu e o Goucha vamos dar mergulhos para a fábrica da Sagres.


Eu sei que não falei em drogas nem em cona, mas é para manter o texto limpo que um dia eu quero que os meus netos o leiam. Que tenham uma cópia das minhas memórias na mesa de cabeceira, para um dia sonharem ser os fodilhões que o Avô era. Até parece que os estou a ver: "Oh pai, conta outra vez a história em que o avô viajou no tempo e fez a primeira canzana do mundo". Ai, a juventude, se não fossem eles, tinha que bater punhetas a pensar em velhas.

Boa noite.

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