terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Boa noite. Num post lá para trás, falei da vez em que viajei no tempo e inventei a canzana. Após receber inúmeros e-mails a pedir que vos contasse a história, e outros quantos a pedir-me para entrar numa sanduíche sexual mãe/filha e ainda uns, do governo, a pedir para voluntariar a minha semente para congelarem. Após muita deliberação, sobre a semente e o post, porque ainda nem tinha acabado de ler os mails a convidar-me para as sanduíches, já estava a montar o combo mãe/filha. Enganei-me numa das casas e fodi um lombo assado. Tirando ficar com uma batata na uretra, até foi agradável. Continuando, após ter deliberado sobre se havia de partilhar a minha história convosco, decidi escrever as minhas memórias antes que o combo marido/pai me foda a mim. Então:

Era eu um assistente de professor numa faculdade na Rússia. Os tempos eram difíceis e mal conseguia chegar ao fim do mês, portanto fazia uma perninha em filmes pornô para poder comer bem (e também comprar comida), mas ao menos fazia aquilo que gostava e isso aquecia-me à noite. Isso e as modelos russas que, não tendo andamento suficiente para o meu paleio português, caíam que nem moscas na minha cama. Era só mandar um 'Então, boneca? Trabalhas para a TMN? É que tens um cu que é um mimo!' que iam era fazer de mimo a chupar uma pila no meu apartamento. Nunca aprendi a falar russo, e nunca precisei. Na faculdade, metia as coisas onde me mandavam, e nos filmes pornô, metia as coisas onde me mandavam. Tinha uma vida boa, sem o glamour da vida dos astrofísicos que eu via a passearem-se com as suas calças de bombazine, os seus óculos de fundo de copo de três e seborreia até mais não. Não me podia queixar, ganhava mais que o ordenado minimo na altura, e mais que muitos dos meus amigos, que por esta altura, eram mineiros ou pêgas. Muitas vezes, mineiros/pêgas, uma combinação que resultava, pois a tosse de mineiro apertava os músculos do cu e da cona, o que fazia deles pêgas com mais sucesso. Levava uma vida pacata, é onde eu quero chegar. Até ao dia em que conheci o novo professor de física: Professor Monsterco Ck. Ck era um dos apelidos mais conhecidos em toda a Rússia, por serem das famílias mais ricas e mais poderosas. Eram raramente vistos e muitos achavam até que eles não existiam, mas eu tive a minha prova de que a família Ck era verdadeira quando senti uma mão por baixo da minha gabardine a apalpar-me os tomates. Era o Professor Ck, a fazer olhinhos de quarto. Quando viu o meu bigode farto, e os meus olhos de matador, afastou-se e foi-se embora. Só o voltei a ver passado uma semana, a andar a passos largos pelos corredores da faculdade, passadas de um grande homem, com um grande cu. Por sorte, ou por azar, fui transferido do departamento de Ciências Fodangais para o departamento do Prof. Ck, que se especializava em viagens no tempo. No meu primeiro dia, obrigou-me a jurar, sobre a sua pila, que nunca ia contar a ninguém o que visse ali. Na altura, pareceu-me estranho, pois normalmente assinava-se um contrato de confidencialidade, mas pronto, duplicaram-me o ordenado e eu não estrebuchei. Na minha segunda semana de trabalho, apercebi-me de uma enorme lona que cobria uma figura que me incutia alguma curiosidade. Via o Professor a sair de lá de baixo esbaforido, a suar e todo vermelho. Tanto quanto sabia, ia para lá bater punhetas. Nunca mais me esqueço do que estava por baixo dessa lona, a dia 23 de Feverarço (infelizmente a minha visita ao passado mudou muita coisa) de 2104. Passado um ou dois meses a trabalhar, arranjei uma desculpa para ficar até mais tarde. Quando não estava ninguém no edifício, vi-me frente a frente com o objecto da minha luxúria. Puxei a lona como um prepúcio que cobre o pénis mais apetecível de sempre (o meu, daí a minha familiaridade). Por baixo dessa lona estava algo que me parecia uma enorme esfera de metal, talvez por ser uma enorme esfera de metal. Não tinha entrada visível, não tinha botões, nada que me permitisse entrar e ver o seu conteúdo. Como faço a tudo o que me intriga, baixei as calças e encostei a pila. Ouvi um 'Escroto Reconhecido' dito numa voz robótica, e eis que a esfera se abre em dois. Lá dentro estava uma poltrona, em frente a um ecrã de aspecto futurista, e um teclado que era parecido com um dildo. Agora que penso nisso, se calhar era um dildo... Até cheirava a cócó e tudo... Continuando. Sento-me na poltrona, sem medo do que podia vir, ou das estranhas manchas brancas que aguardavam o meu traseiro. Quando me sento, a esfera fecha-se e o ecrã ganha vida, fazendo correr todo o tipo de letras e gráficos num arco-iris tecnológico que me deixou hipnotizado. Quando dei por mim, estava no ecrã uma pergunta. 'Quando?'. Ao inicio, agarrei no dildo com um pouco de medo, e o ecrã respondeu, fazendo aparecer vários números. Seleccionei quatro, não sabendo no que me ia meter. Escolhi o ano 1914 ao calhas, pois para confirmar a escolha tinha que bater uma punheta ao dildo e os movimentos espásticos não facilitavam a precisão dos números. Quando o dildo se vem, com um curto esguicho de ar, o numero piscou algumas vezes no ecrã e a esfera começou a girar. Ouvia o roçar do metal no chão, lá fora, cada vez mais rápido e de repente ouvi algo que se pareceu um relâmpago ou aquela rapariga a gritar quando não tinha lubrificante e teve que ser a seco. A esfera abriu-se e dei comigo num descampado, e pude ver uma cidade ao longe. A esfera emitiu um silvo e desapareceu, deixando apenas uma pequena vagina de látex no chão. Guardei-a no bolso e comecei a dirigir-me em direcção à cidade, coçando a cabeça (e o escroto). Que caralho tinha acabado de acontecer? É a última vez que tomo dois ben-u-ron's seguidos. Acabado de chegar à cidade, deparo-me com um cartaz de alumínio que dizia 'Áustria'. Um poder maior tinha-me trazido aqui, conseguia senti-lo nos ossos. E na pila. Estava com o tesão do mijo mais épico que alguma vez passara pelas minhas calças, e, sem dúvida alguma, pelas calças de toda a gente neste mundo. Vasculhei a cidade deserta com os olhos, e avistando apenas alguns militares, corri a perguntar-lhes por um mijatório. Por sorte, falavam inglês: 'Do you where the pisser is?', 'Go piss at home, you son of a bitch.'. Portanto, de arma apontada à cabeça, fui levado para a cadeia mais próxima dali,  que só continha uma cela onde estavam o grupo mais miserável de seres humanos que já vi. E eu já vi o Big Brother português. Chegado à cela, procuro a sanita, que era, neste momento, utilizada para alojar um dos maiores conjuntos de cagalhões putrefactos que alguma vez teve a honra de pisar o Planeta Terra. Não pude mijar sob pena de me vomitar também e apanhar uma doença qualquer na minha senaita masculina. Passados dois ou três minutos, entra um paneleiro todo apimpalhado com uma gaja que tinha o nariz tão empinado que tenho a certeza que a cana do nariz fazia parte da coluna. Cumprimentaram todos os guardas, que através dos seus salamaleques me fizeram perceber que de alguém importante se tratava. De repente, apercebo-me da fêmea a olhar para mim de lado, a tentar desviar o olhar do circo Chen que eram as minhas calças. Mas era impossível. A minha picha estava tão inchada que se olhasse para baixo, vazava uma vista. Vi-a a dizer qualquer coisa ao guarda e dar-lhe uma chave, mas ignorei. Estava demasiado ocupado a tentar que os meus colegas de cela não tentassem fazer uma colonoscopia amadora. Após a saida do paneleirote de fatiota, o guarda vem ter comigo, abre a cela e dá-me uma chave, escrevendo no papel uns gatafunhos que eu entendi como o número da mãe dele, e fiz questão de o dizer. Depois de me ter tirado o cacetete da garganta, que já me estava a incomodar um pouco, disse para eu ir ter àquele hotel. Assim fiz, mal sai da esquadra. Nunca tinha corrido tanto, excepto aquela vez em que tava a dar uma queca à mulher de um gajo qualquer e quando dou por isso, tá o gajo atrás de mim com um dildo do tamanho da minha perna a perguntar-me se eu queria experimentar cagar sem fazer força. Cheguei ao hotel, e dei a chave ao recepcionista, que me deu um cartão e me disse para ir ter ao 13º andar, lá naquela lingua de cão deles. O hotel estava vazio, sem contar com uns quantos guardas que me olhavam de alto a baixo, parando vários minutos na minha zona peniana, fazendo um olhar de quem vê um fantasma de chocolate pela primeira vez (choque e surpresa, seguido de uma voraz fome de pila). Subi as escadas duas a duas, e chegado ao décimo terceiro andar, fui mandado parar por uns gajos que exigiram ver o cartão que eu trazia na mão. Depois de lhes ter satisfeito a vontade (e mostrado a minha pila, para que se sentissem mal o resto da vida), levaram-me a um quarto, onde estava a gaja que tinha aparecido na prisão. Ao ver-me, ouvi o som de três gotas solitárias a cairem-lhe da pachacha. Os seus olhos brilhavam. Tive um pouco de medo que me violasse logo ali. O brilho nos seus olhos não demonstrava qualquer tipo de vontade de me conhecer, de me pagar um jantar ou mostrar qualquer tipo de romance. Só me queria pelo meu pénis e queria que eu o soubesse. Eu disse 'Fuck yeah' e baixei as calças. Assim se baixou ela, pois mal se libertou da sua prisão de ganga, a minha pila fez uma razia a tudo o que estava à altura da minha cintura num raio de três metros. Ela agarrou nele, com ar de quem sabia o que fazia e de quem o ia chupar até pingar medula óssea. Eu afastei-lhe a mão delicadamente, afinal de contas, sou um cavalheiro, e disse 'I gotta piss, sugar tits.'. Dirigi-me à casa de banho e, após ter percebido que a casa de banho era demasiado curta para todo aquele pénis mijar na sanita, mijei na banheira. Sacudi-me vigorosamente, e sai da casa de banho. Quando chego cá fora, ainda o tesão do mijo não tinha passado, estava a cabra debruçada sobre a cama, a arranjar o vestido de dormir ou uma paneleirice do género. Nunca consegui controlar a minha pila, especialmente com tesão, e como um pitbull a cheirar sangue inocente, dirigiu-se à senaita da mulher, trespassando várias camadas de roupa, três pares de cuecas e uma camada de pintelhos igual à afro do Samuel L. Jackson no Pulp Fiction. Só a oiço exclamar '..', bem na verdade não a ouvi exclamar nada,  estava demasiado concentrado na tarefa. Já não fodia à dois dias porque tinha andado a trabalhar para o Professor Ck e tava com um par de colhoes que de inchado pareciam balões de ar quente. Já ela se tinha vindo meia dúzia de vezes e o elástico das cuecas começara a assar-me a pila, portanto pensei 'Está na altura de acabar isto'. Quando estou quase a vir-me, a puta manda um berro que alertou o marido que estava no quarto ao lado, que entra a correr. Ora bom, o meu esguicho que estava acumulado à dois dias começa a sair e a vaca, surpresa com o marido, salta, o que faz com a gaita salte do sítio. Assim, o seu marido foi atingido com toda a força do meu tiro de gaita e, como era esperado de qualquer corpo que fosse atingido pela jacto que saiu, ficou com um buraco das virilhas às orelhas. Não sobreviveu, claro. Começam a entrar guardas, que devem ter sido desperto pelo buraco enorme que estava agora no lado do Hotel. Corro para a casa de banho, retiro a vagina de látex que tinha no bolso e coloco-a na pila (que mais fazer com uma vagina de látex?), e sou de imediato transportado para dentro da esfera. No ecrã, os números fantasmagóricos haviam sido substituídos por uma mensagem a vermelho 'Integridade da linha temporal comprometida: Invenção da canzana, Morte do Arquiduque Austro-Húngaro Francisco Ferdinando, Desaparecimento de Feverarço'. Pensei para mim 'Com um nome desses não merecia ficar vivo e devia ser paneleiro, ao menos fodi-lhe a mulher, já não é mau.' e começo a esgalhar uma punheta, para relaxar. Depois lembro-me que devia era estar a esgalhar o dildo. Começo a esgalhar o dildo e em vez de meter o meu ano de origem, meto 2009 porque foda-se, tinha acabado de foder e queria era dormir, tava-me a cagar para o ano a que ia parar. E agora cá estou eu. Portanto se fodem de canzana, mandem-me mails de agradecimento, porque se não fosse eu, andava a foder à missionário e para foder assim, mais vale barrarem Vaqueiro nas nalgas e irem sentar-se nos pilares que há na rua.

Portanto se alguém me vir na rua, já sabem porque é que tenho uma cona de látex no bolso.

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