Boa tarde. Sem querer pisar os calos de ninguém, gostaria de hoje, aqui, no meu blog, fazer um post sobre uma coisa que só me interessa a mim. Uma coisa que mais ninguém conhece. Algo que só eu quero, que só eu desejo. Um pénis com consciência. Um pénis com nome, que tivesse conhecimentos resevados à elite dos pénis. Quando eu tivesse um problema, espreitava para dentro das boxers, e dizia 'Fernando' (é este o nome que escolhi para o meu pénis, parece-me o nome certo para um pénis falante com a sabedoria de um monge tibetano), 'Fernando, como hei-de eu sair desta caralhada em que me meti? Estou metido até aos colhões em merda.' Porque imagino que se eu fosse uma pila falante, só responderia a pergunta que incluíssem trocadilhos penianos. Responderia-me ele, bafejando o seu enorme cachimbo em forma de mama, deixando sair o fumo branco como a neve, 'Alexandre... Penso que só tens uma forma de sair deste problema, desta encrenca. Teremos que nos unir e fornicar até à solução.' Depois metia-lhe um fatinho de lycra, com o símbolo da Super Gaita, eu vestia uns calções daqueles de ciclista, com um buraco para o Fernando, uma camisola de alças e umas botas da tropa, ao bom estilo porno, fazia uns aquecimentos e fornicava até a solução chegar. Neste caso, a 'solução' seria a solução de sémen que o Fernando ejacula sempre que chega a uma conclusão. Depois do problema resolvido, metia-me na minha mota e iamos em direcção ao por do sol, rumo a outra cidade, a outra altura, a outros problemas. Sempre com o Fernando ao volante.
Como é que o meu pénis tinha ficado com consciência? Não sei, mas gosto de pensar que esfreguei uma lamparina mágica ou que forniquei a mulher de um sultão que me castigou fazendo a ponta da minha picha falar.
Se pensam com a ponta da picha, terão aventuras espectaculares que incluem sempre uma ou outra doença venérea para a qual têm que descobrir uma poção mágica que está escondida no quarto de uma feiticeira podre de boa e com falta de sexo.
melhor que as novelas mexicanas pah
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