A neve caíra
E o chão estava coberto
Não se via a ponta
Nem ao longe, nem ao perto
Mas lá fora, o que se via
Onde nem uma folha bulia
Um fato vermelho
Num rechonchudo velho
Estava toda a gente levantada
Quando o trenó aterrou
Pois uma gargalhada
O frio da noite quebrou
Estava no meu telhado!
Na minha chaminé!
Aproximei-me da lareira
Pé ante pé
Quando dou por mim
Estava em frente ao Pai Natal
Mas a cara deste velho
Não era nem simpática nem angelical
Um riso enchia a sala
E nas minhas orelhas soava
Percebi nesse instante
Que de algo maléfico se tratava
'Sou o gémeo do Pai Natal
E tu portaste-te mal
Estou aqui para a tua execução
Meu grandessíssimo cabrão'
De imediato, corri
Mais rápido foi o vilão
E depressa me fodi
Quando tropecei no filho da puta do cão
Pressionado pelas suas botas
Ouvi então os meus crimes
Pegar fogo a cotas
E sacar da net filmes!
Do seu bolso retirou
Um pequeno punhal
E após o seu ritual
Algumas palavras rezou
'Agora vais morrer
E eu sinto nada
Na próxima vida
Não sejas pirata'
O seu punhal voou
Quando um grito eu ouvi
Havia sido trespassado
Pela espada do Pina G!
De joelhos fiquei
Para agradecer
A este senhor, este rei
Que a minha vida ajudou a proteger
O corpo enterrado
E o assunto encerrado
Na minha cama me deitei
No mundo dos sonhos entrei
Cá fora, nem uma folha bulia
A não ser o objecto da matança
O seu coração não batia
Mas a sua mente ardia
Com um desejo de vingança
Feliz Natal,
Alexandre
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Boa noite. Num post lá para trás, falei da vez em que viajei no tempo e inventei a canzana. Após receber inúmeros e-mails a pedir que vos contasse a história, e outros quantos a pedir-me para entrar numa sanduíche sexual mãe/filha e ainda uns, do governo, a pedir para voluntariar a minha semente para congelarem. Após muita deliberação, sobre a semente e o post, porque ainda nem tinha acabado de ler os mails a convidar-me para as sanduíches, já estava a montar o combo mãe/filha. Enganei-me numa das casas e fodi um lombo assado. Tirando ficar com uma batata na uretra, até foi agradável. Continuando, após ter deliberado sobre se havia de partilhar a minha história convosco, decidi escrever as minhas memórias antes que o combo marido/pai me foda a mim. Então:
Era eu um assistente de professor numa faculdade na Rússia. Os tempos eram difíceis e mal conseguia chegar ao fim do mês, portanto fazia uma perninha em filmes pornô para poder comer bem (e também comprar comida), mas ao menos fazia aquilo que gostava e isso aquecia-me à noite. Isso e as modelos russas que, não tendo andamento suficiente para o meu paleio português, caíam que nem moscas na minha cama. Era só mandar um 'Então, boneca? Trabalhas para a TMN? É que tens um cu que é um mimo!' que iam era fazer de mimo a chupar uma pila no meu apartamento. Nunca aprendi a falar russo, e nunca precisei. Na faculdade, metia as coisas onde me mandavam, e nos filmes pornô, metia as coisas onde me mandavam. Tinha uma vida boa, sem o glamour da vida dos astrofísicos que eu via a passearem-se com as suas calças de bombazine, os seus óculos de fundo de copo de três e seborreia até mais não. Não me podia queixar, ganhava mais que o ordenado minimo na altura, e mais que muitos dos meus amigos, que por esta altura, eram mineiros ou pêgas. Muitas vezes, mineiros/pêgas, uma combinação que resultava, pois a tosse de mineiro apertava os músculos do cu e da cona, o que fazia deles pêgas com mais sucesso. Levava uma vida pacata, é onde eu quero chegar. Até ao dia em que conheci o novo professor de física: Professor Monsterco Ck. Ck era um dos apelidos mais conhecidos em toda a Rússia, por serem das famílias mais ricas e mais poderosas. Eram raramente vistos e muitos achavam até que eles não existiam, mas eu tive a minha prova de que a família Ck era verdadeira quando senti uma mão por baixo da minha gabardine a apalpar-me os tomates. Era o Professor Ck, a fazer olhinhos de quarto. Quando viu o meu bigode farto, e os meus olhos de matador, afastou-se e foi-se embora. Só o voltei a ver passado uma semana, a andar a passos largos pelos corredores da faculdade, passadas de um grande homem, com um grande cu. Por sorte, ou por azar, fui transferido do departamento de Ciências Fodangais para o departamento do Prof. Ck, que se especializava em viagens no tempo. No meu primeiro dia, obrigou-me a jurar, sobre a sua pila, que nunca ia contar a ninguém o que visse ali. Na altura, pareceu-me estranho, pois normalmente assinava-se um contrato de confidencialidade, mas pronto, duplicaram-me o ordenado e eu não estrebuchei. Na minha segunda semana de trabalho, apercebi-me de uma enorme lona que cobria uma figura que me incutia alguma curiosidade. Via o Professor a sair de lá de baixo esbaforido, a suar e todo vermelho. Tanto quanto sabia, ia para lá bater punhetas. Nunca mais me esqueço do que estava por baixo dessa lona, a dia 23 de Feverarço (infelizmente a minha visita ao passado mudou muita coisa) de 2104. Passado um ou dois meses a trabalhar, arranjei uma desculpa para ficar até mais tarde. Quando não estava ninguém no edifício, vi-me frente a frente com o objecto da minha luxúria. Puxei a lona como um prepúcio que cobre o pénis mais apetecível de sempre (o meu, daí a minha familiaridade). Por baixo dessa lona estava algo que me parecia uma enorme esfera de metal, talvez por ser uma enorme esfera de metal. Não tinha entrada visível, não tinha botões, nada que me permitisse entrar e ver o seu conteúdo. Como faço a tudo o que me intriga, baixei as calças e encostei a pila. Ouvi um 'Escroto Reconhecido' dito numa voz robótica, e eis que a esfera se abre em dois. Lá dentro estava uma poltrona, em frente a um ecrã de aspecto futurista, e um teclado que era parecido com um dildo. Agora que penso nisso, se calhar era um dildo... Até cheirava a cócó e tudo... Continuando. Sento-me na poltrona, sem medo do que podia vir, ou das estranhas manchas brancas que aguardavam o meu traseiro. Quando me sento, a esfera fecha-se e o ecrã ganha vida, fazendo correr todo o tipo de letras e gráficos num arco-iris tecnológico que me deixou hipnotizado. Quando dei por mim, estava no ecrã uma pergunta. 'Quando?'. Ao inicio, agarrei no dildo com um pouco de medo, e o ecrã respondeu, fazendo aparecer vários números. Seleccionei quatro, não sabendo no que me ia meter. Escolhi o ano 1914 ao calhas, pois para confirmar a escolha tinha que bater uma punheta ao dildo e os movimentos espásticos não facilitavam a precisão dos números. Quando o dildo se vem, com um curto esguicho de ar, o numero piscou algumas vezes no ecrã e a esfera começou a girar. Ouvia o roçar do metal no chão, lá fora, cada vez mais rápido e de repente ouvi algo que se pareceu um relâmpago ou aquela rapariga a gritar quando não tinha lubrificante e teve que ser a seco. A esfera abriu-se e dei comigo num descampado, e pude ver uma cidade ao longe. A esfera emitiu um silvo e desapareceu, deixando apenas uma pequena vagina de látex no chão. Guardei-a no bolso e comecei a dirigir-me em direcção à cidade, coçando a cabeça (e o escroto). Que caralho tinha acabado de acontecer? É a última vez que tomo dois ben-u-ron's seguidos. Acabado de chegar à cidade, deparo-me com um cartaz de alumínio que dizia 'Áustria'. Um poder maior tinha-me trazido aqui, conseguia senti-lo nos ossos. E na pila. Estava com o tesão do mijo mais épico que alguma vez passara pelas minhas calças, e, sem dúvida alguma, pelas calças de toda a gente neste mundo. Vasculhei a cidade deserta com os olhos, e avistando apenas alguns militares, corri a perguntar-lhes por um mijatório. Por sorte, falavam inglês: 'Do you where the pisser is?', 'Go piss at home, you son of a bitch.'. Portanto, de arma apontada à cabeça, fui levado para a cadeia mais próxima dali, que só continha uma cela onde estavam o grupo mais miserável de seres humanos que já vi. E eu já vi o Big Brother português. Chegado à cela, procuro a sanita, que era, neste momento, utilizada para alojar um dos maiores conjuntos de cagalhões putrefactos que alguma vez teve a honra de pisar o Planeta Terra. Não pude mijar sob pena de me vomitar também e apanhar uma doença qualquer na minha senaita masculina. Passados dois ou três minutos, entra um paneleiro todo apimpalhado com uma gaja que tinha o nariz tão empinado que tenho a certeza que a cana do nariz fazia parte da coluna. Cumprimentaram todos os guardas, que através dos seus salamaleques me fizeram perceber que de alguém importante se tratava. De repente, apercebo-me da fêmea a olhar para mim de lado, a tentar desviar o olhar do circo Chen que eram as minhas calças. Mas era impossível. A minha picha estava tão inchada que se olhasse para baixo, vazava uma vista. Vi-a a dizer qualquer coisa ao guarda e dar-lhe uma chave, mas ignorei. Estava demasiado ocupado a tentar que os meus colegas de cela não tentassem fazer uma colonoscopia amadora. Após a saida do paneleirote de fatiota, o guarda vem ter comigo, abre a cela e dá-me uma chave, escrevendo no papel uns gatafunhos que eu entendi como o número da mãe dele, e fiz questão de o dizer. Depois de me ter tirado o cacetete da garganta, que já me estava a incomodar um pouco, disse para eu ir ter àquele hotel. Assim fiz, mal sai da esquadra. Nunca tinha corrido tanto, excepto aquela vez em que tava a dar uma queca à mulher de um gajo qualquer e quando dou por isso, tá o gajo atrás de mim com um dildo do tamanho da minha perna a perguntar-me se eu queria experimentar cagar sem fazer força. Cheguei ao hotel, e dei a chave ao recepcionista, que me deu um cartão e me disse para ir ter ao 13º andar, lá naquela lingua de cão deles. O hotel estava vazio, sem contar com uns quantos guardas que me olhavam de alto a baixo, parando vários minutos na minha zona peniana, fazendo um olhar de quem vê um fantasma de chocolate pela primeira vez (choque e surpresa, seguido de uma voraz fome de pila). Subi as escadas duas a duas, e chegado ao décimo terceiro andar, fui mandado parar por uns gajos que exigiram ver o cartão que eu trazia na mão. Depois de lhes ter satisfeito a vontade (e mostrado a minha pila, para que se sentissem mal o resto da vida), levaram-me a um quarto, onde estava a gaja que tinha aparecido na prisão. Ao ver-me, ouvi o som de três gotas solitárias a cairem-lhe da pachacha. Os seus olhos brilhavam. Tive um pouco de medo que me violasse logo ali. O brilho nos seus olhos não demonstrava qualquer tipo de vontade de me conhecer, de me pagar um jantar ou mostrar qualquer tipo de romance. Só me queria pelo meu pénis e queria que eu o soubesse. Eu disse 'Fuck yeah' e baixei as calças. Assim se baixou ela, pois mal se libertou da sua prisão de ganga, a minha pila fez uma razia a tudo o que estava à altura da minha cintura num raio de três metros. Ela agarrou nele, com ar de quem sabia o que fazia e de quem o ia chupar até pingar medula óssea. Eu afastei-lhe a mão delicadamente, afinal de contas, sou um cavalheiro, e disse 'I gotta piss, sugar tits.'. Dirigi-me à casa de banho e, após ter percebido que a casa de banho era demasiado curta para todo aquele pénis mijar na sanita, mijei na banheira. Sacudi-me vigorosamente, e sai da casa de banho. Quando chego cá fora, ainda o tesão do mijo não tinha passado, estava a cabra debruçada sobre a cama, a arranjar o vestido de dormir ou uma paneleirice do género. Nunca consegui controlar a minha pila, especialmente com tesão, e como um pitbull a cheirar sangue inocente, dirigiu-se à senaita da mulher, trespassando várias camadas de roupa, três pares de cuecas e uma camada de pintelhos igual à afro do Samuel L. Jackson no Pulp Fiction. Só a oiço exclamar '..', bem na verdade não a ouvi exclamar nada, estava demasiado concentrado na tarefa. Já não fodia à dois dias porque tinha andado a trabalhar para o Professor Ck e tava com um par de colhoes que de inchado pareciam balões de ar quente. Já ela se tinha vindo meia dúzia de vezes e o elástico das cuecas começara a assar-me a pila, portanto pensei 'Está na altura de acabar isto'. Quando estou quase a vir-me, a puta manda um berro que alertou o marido que estava no quarto ao lado, que entra a correr. Ora bom, o meu esguicho que estava acumulado à dois dias começa a sair e a vaca, surpresa com o marido, salta, o que faz com a gaita salte do sítio. Assim, o seu marido foi atingido com toda a força do meu tiro de gaita e, como era esperado de qualquer corpo que fosse atingido pela jacto que saiu, ficou com um buraco das virilhas às orelhas. Não sobreviveu, claro. Começam a entrar guardas, que devem ter sido desperto pelo buraco enorme que estava agora no lado do Hotel. Corro para a casa de banho, retiro a vagina de látex que tinha no bolso e coloco-a na pila (que mais fazer com uma vagina de látex?), e sou de imediato transportado para dentro da esfera. No ecrã, os números fantasmagóricos haviam sido substituídos por uma mensagem a vermelho 'Integridade da linha temporal comprometida: Invenção da canzana, Morte do Arquiduque Austro-Húngaro Francisco Ferdinando, Desaparecimento de Feverarço'. Pensei para mim 'Com um nome desses não merecia ficar vivo e devia ser paneleiro, ao menos fodi-lhe a mulher, já não é mau.' e começo a esgalhar uma punheta, para relaxar. Depois lembro-me que devia era estar a esgalhar o dildo. Começo a esgalhar o dildo e em vez de meter o meu ano de origem, meto 2009 porque foda-se, tinha acabado de foder e queria era dormir, tava-me a cagar para o ano a que ia parar. E agora cá estou eu. Portanto se fodem de canzana, mandem-me mails de agradecimento, porque se não fosse eu, andava a foder à missionário e para foder assim, mais vale barrarem Vaqueiro nas nalgas e irem sentar-se nos pilares que há na rua.
Portanto se alguém me vir na rua, já sabem porque é que tenho uma cona de látex no bolso.
domingo, 13 de dezembro de 2009
Epá, não sei. Não sei sobre o que hei-de escrever. Só faço este post porque corre o risco de passar uma semana e vocês andarem a bater punhetas com os posts antigos e isso não pode ser. Equivale a ter a Claudia Schiffer ao lado e andar a bater punhetas com a Maitê Proença a cuspir na fonte. Então apresento-vos este post, este monumento à palavra escrita, este.. Olha, já sei, vou escrever sobre varizes. Que tal? Não é uma coisa muito falada, toda a gente gosta, já toda a gente se veio com uma variz. Ou rios carmesim da paixao, como eu gosto de lhes chamar. Passar a lingua por uma variz, bem devagar, foda-se, até já tou todo molhado. Por sorte tenho a Genovas que daqui a pouco já leva com ele. E depois, o que vem associado às varizes? Os anos de cona experiente. Cona que é apertada, não por ser nova mas porque já não vê uso desde a revolução dos cravos. Ou a bela bufa, que com a idade vai ficando mais apertada. Mas as varizes, meus amigos, as varizes... Nada como uma boa perna varicosa. Não há nada neste mundo que chegue a percorrer esses mapas de amor, que possuem uma qualidade de arco-iris. Umas vezes são purpuras, outras rosas, outras ainda são vermelhas... Não é só pela cona ser apertada que eu choro, é pela beleza que as varizes proporcionam aos meus olhos já cansados de cona nova. Cona velha tem outro glamour. Cona velha tem experiência. Cona velha tem varizes.
Desculpem não ser maior o post, mas já tenho lágrimas nos olhos e um tesão nas calças. Cona varicosa já se vê cada vez menos e isso deixa-me triste, ver o estado a que o país chegou, em que tenho que fingir que sou um marido à muito desaparecido para engatar velhas num lar.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Boa tarde. Sem querer pisar os calos de ninguém, gostaria de hoje, aqui, no meu blog, fazer um post sobre uma coisa que só me interessa a mim. Uma coisa que mais ninguém conhece. Algo que só eu quero, que só eu desejo. Um pénis com consciência. Um pénis com nome, que tivesse conhecimentos resevados à elite dos pénis. Quando eu tivesse um problema, espreitava para dentro das boxers, e dizia 'Fernando' (é este o nome que escolhi para o meu pénis, parece-me o nome certo para um pénis falante com a sabedoria de um monge tibetano), 'Fernando, como hei-de eu sair desta caralhada em que me meti? Estou metido até aos colhões em merda.' Porque imagino que se eu fosse uma pila falante, só responderia a pergunta que incluíssem trocadilhos penianos. Responderia-me ele, bafejando o seu enorme cachimbo em forma de mama, deixando sair o fumo branco como a neve, 'Alexandre... Penso que só tens uma forma de sair deste problema, desta encrenca. Teremos que nos unir e fornicar até à solução.' Depois metia-lhe um fatinho de lycra, com o símbolo da Super Gaita, eu vestia uns calções daqueles de ciclista, com um buraco para o Fernando, uma camisola de alças e umas botas da tropa, ao bom estilo porno, fazia uns aquecimentos e fornicava até a solução chegar. Neste caso, a 'solução' seria a solução de sémen que o Fernando ejacula sempre que chega a uma conclusão. Depois do problema resolvido, metia-me na minha mota e iamos em direcção ao por do sol, rumo a outra cidade, a outra altura, a outros problemas. Sempre com o Fernando ao volante.
Como é que o meu pénis tinha ficado com consciência? Não sei, mas gosto de pensar que esfreguei uma lamparina mágica ou que forniquei a mulher de um sultão que me castigou fazendo a ponta da minha picha falar.
Se pensam com a ponta da picha, terão aventuras espectaculares que incluem sempre uma ou outra doença venérea para a qual têm que descobrir uma poção mágica que está escondida no quarto de uma feiticeira podre de boa e com falta de sexo.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Boa noite. Hoje apresento-vos um post em forma instrucional, ao bom estilo de 'TV Rural' só que em vez de vos ensinar a foder abóboras e a enfiar tomates no cu (fica para uma próxima oportunidade, não se desiludam, homófobos leitores), espero ensinar-vos a livrarem-se de convidados indesejados. Não, não falo da menstruação. Não falo daquela vez que se vieram dentro na vaj dela e disseram que 'o preservativo se tinha rasgado' e passado uma semana apareceu o exorcista para vos livrar da demonspawn. Falo mesmo de visitas que não saem do vosso domicílio, que, apesar de variadas indirectas e bocejos, não levantam aquele cu gordo e suado do vosso sofá. Trago-vos então, como que uma dádiva divina, cinco passos infaliveis para se livrarem das sanguessugas a que vocês chamam amigos (eu chamo-lhes prostitutas, homem que é homem não tem amigos, é sinal de fraqueza e impede o uso de metáforas tipo: "Um homem é uma ilha" e "Sou um lobo solitário". Também não podem coçar os colhões quando querem).
Passo Um: Ir mijar e não sacudir a pila. Deixar a marinar meia hora, uma hora, em cima do escroto. Mergulhar o escroto na bebida dos vossos 'amigos', sem eles verem. Servir. Se se queixarem do sabor esquisito, digam que é do detergente da máquina, mas metam lá um pintelho para que eles percebam a dica.
Passo Um (Se Forem Gaja) : Servir bebida em garrafas a noite toda, e na altura em que querem que eles se vão embora, enfiar a rosca da garrafa na senaita. Ou no olho do cu.
Passo Dois: Dar um peido no gelado. Sirvam o gelado na cozinha, baixem as calças e dêem largas ao olho do cu. Deixem-no voar como o pássaro livre que ele é.
Passo Três: Se tiverem servido um doce com uma consistência mais sólida, enfiem lá a pila no meio, de forma a fazer um bom buraco em forma de falo. Se alguém perguntar, digam que fizeram numa forma e que ficou o buraco. Se alguém perguntar porque é que também está a marca dos colhões, finjam-se de desentendidos.
Passo Quatro: Abram discretamente a breguilha (se dizem braguilha é porque gostam de pila, existe um consenso da comunidade científica sobre isto) e deixem os colhões apanhar ar. Ninguém tem coragem de vos dizer que têm os colhões de fora, porque estão na vossa casa, mas sentem-se desconfortáveis pelo enorme saco peludo que está na sala e acabam por sair.
Passo Cinco: Não lavem a pila durante três ou quatro dias. Quando tiverem o requeijão formado, é a altura ideal. Metam a mão dentro das calças, a meio de uma conversa, e recolham uma boa porção. Cheirem-no, façam cara de prazer, e esfreguem-no nos dedos, oferecendo-o aos convidados.
É garantido que saem. Não sei é se voltam a entrar. Normalmente, mandam outra puta que não sabe ao que vem.
Boa noite.
"You can lick me where the good Lord split me." - Hank Moody
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Não sou pessoas de ignorar os gritos que soam na minha caixa de e-mail, clamorando não só por pila e por lições de etiqueta na cama, como também por mais posts e é por isso que vos trago este post estilo pila japonesa (curto), em que falo da minha vida se fosse gaja durante um dia. Espero que vos sacie a vontade. Se não saciar, deixem um comentário com a vossa foto que eu logo me decido se são material de queca ou de simples punheta de olhos fechados.
Se eu fosse uma gaja durante um dia, por mim:
Se eu fosse uma gaja, era uma puta. Não por ser má como as cobras e por andar sempre a dizer mal de toda a gente, mas por tentar trilhar o maior número possível de caralhos sem deitar por fora. Começaria por enfiar um espanador na crica e outro no cu e fingir que era um perú. Depois agarrava num candeeiro e enfiava-o senaita acima, e acendia a luz. Assim passava umas duas ou três horas bem divertida. Ao contrário de muitos de vós, não tenho absolutamente curiosidade nenhuma sobre a profundidade da pachacha, pois já sei que a maioria não é muito funda. Quando meto a pila, tenho que a meter de viés e isso chega-me, em questões de profundidade. Depois de enfiar todos os objectos passiveis de isso, que tivesse em casa, ia para a casa de banho, meter-me em frente ao espelho a brincar com as MAMAS (proponho agora que sempre que se escreva MAMAS, se utilizem as letras maiúsculas, de forma a chamar a atenção de um macho mais distraído e assim fazer um serviço ao próximo). Até me fartar ainda passava uma meia hora a levantar, deixar cair, abanar de um lado para o outro, esticar pelo mamilo. Ah, good times would be had by all. Depois ia tomar banho. Rapava-me todo mas deixava ficar um caralhinho de pelos pudibundos por cima da ferida-de-machado, de forma a mostrar ao mundo que aquilo era buraco para caralho, para não se confundirem. Depois de banho tomado, vestia-me, assim uma coisa de bom gosto, para toda a gente saber que eu sou uma senhora de bem, que se querem descobrir se sou uma loba na cama, têm que esvaziar a carteira muitas vezes. Depois ia atacar para a rua. Porque é que as gajas não são mais ricas?! Só meia hora de punhetas é dinheiro suficiente para uma PS3, mas estão a brincar comigo ou quê? O país está mal? Formem-se legiões de putas!
Boa noite.
Boa noite, paneleiros adoradores. Não tive a hipótese de fazer um post na passada semana pois encontrei-me deveras ocupado. A fazer o quê? Pois bem, a combater o crime e o infortúnio. Onde? Na cona da vossa mãe, tão a querer saber muito para o meu gosto, a minha vida não é o cu do Goucha, só cabem cá dois, eu e a Genoveva. Ao contário do cu desse senhor, desse macho latino, desse símbolo português, que é 'o' Goucha. Parece que estão a estudar as suas nádegas para desenvolver um meio de transporte anfíbio, uma forma mais segura se transportar centenas de tropas quando houver uma guerra. E foi a evitar uma guerra que eu andei este semana toda. Uma roda viva de cona e balas. Mais cona que balas, mas toda a gente sabe que é mais perigoso o buraco da senaita que o buraco da bala. Eu e o meu parceiro, 'o' Goucha, e não digo parceiro no sentido homossexual, pois toda a gente sabe que eu nasci sem olho do cu, o ultimate anti-paneleiro, o que torna a prática da homossexualidade não só impossível de um ponto de vista físico mas também impossivel do ponto de vista de que eu já tenho um sítio molhado e apertado que me aconchegue (i.e. Genoveva) e se ela sabe que eu a engano, corta-me a picha e dá de comer a um país do terceiro mundo. Durante 3 meses. E quatro anos. O que eu quero dizer é que sou o possuidor de um enorme, bem, não quero dizer 'pénis' pois não se enquadra bem nesse nicho, uma vez que nunca nenhum pénis adquiriu consciência própria e se tornou primeiro-ministro de um pequeno país (sei que muitos de vocês estão a pensar que vou gozar com o Sócrates, mas não, a esse considero-o mais um 'olho do cu' que um 'pénis'), portanto digamos apenas que o meu pénis tem poder para vos mandar matar, se quiser. Continuando. Imagino que muitos de vocês estejam na ponta do vosso dildo, esperando ansiosamente para serem banhados por esse meio litro morninho que é a minha história de combate ao crime por esse Portugal fora. Então, para evitar que venham à minha procura e me implorem pela história, ao mesmo tempo que me abocanham gentilmente o senhor ministro, começo o meu relato verídico da ultima semana. Atenção que devido à enorme quantidade de opiáceos e mad pussy, toda a semana se confunde na minha mente, portanto não esperem horas certas, dias certos, nomes certos e factos verdadeiros. A sério, se aparecer alguém com uma motoserra feita de mamas que cospem fogo, não comecem a comprar soutiens à prova de fogo em quantidades exorbitantes. Então foi assim:
Era mais um dia normal, no sentido de que começou com a polícia a bater-me à porta e comigo algemado a algumas strippers (mais que 10 e seguramente menos que 58), um anão e com um asno no quarto (agora sim, uma piada a José Sócrates). Enfio de imediato as strippers no cu do Goucha, que passara a noite em minha casa, uma vez que somos uma dupla de justiceiros o que faz com que o facto de ele dormir em minha casa não seja gay, antes pelo contrário, seja bastante másculo. A sério, vão ver à internet, ou à vossa vasta colecção de filmes porno/gay e vejam lá se algum deles inclui uma dupla de justiceiros. Continuando. Com as strippers em segurança no cu do Goucha, o asno e o anão a fingirem que eram uma fonte no meio da minha sala e os preservativos colados no tecto de forma a parecerem a Capela Sistina, abro a porta aos polícias. "Bom dia, sôr Alexandre" disseram-me eles, com o seu nariz a estremecer com o cheiro a pachacha que emanava do meu humilde domicílio. Cumprimentei-os, e perguntei o que se passava. Disseram-me que o presidente havia sido raptado por um grupo de transgressores e que eu e o Goucha éramos os únicos capazes de o salvar e evitar assim uma guerra civil. Eu perguntei porque é que havia de o salvar pois toda a gente sabe que durante uma guerra civil é que se arranja vagina da boa. Eles disseram-me então que me davam as chaves do depósito nacional da Sagres e eu saltei de imediato para dentro do meu bólide (um triciclo da chicco '86, vermelho) com o Goucha. Com a emoção, o Goucha soltou um peido e as strippers caem todas em cima do carro da polícia, intactas, novinhas em folha (digam o que disserem do homem, mantém um esfíncter mais limpo que muitos hotéis de cinco estrelas). Partimos então para o meu esconderijo secreto, onde fomos buscar o nosso material de guerrilha: uma muda de cuecas, uma batedeira eléctrica e como arma, o dildo do Goucha, um adamastor de látex que mete medo a muita puta em fim de carreira. Ligamos ao nosso informador, o 118. Não sabia de nada, como sempre. Fomos então a casa do presidente, onde vasculhámos tudo, e sem contar com a colecção bastante perturbadora de vaginas em loiça, não encontrámos nada. Estávamos piores que duas baratas tontas, sendo que eu era a barata máscula do casal, não quero cá merdas. O Goucha tem então uma ideia. Montarmos uma operação em que pagariamos o resgate e depois ele sentava-se em cima do lider e levávamos o lider para a cadeia e eu morria num tanque de cerveja, como o minha mãe sempre quis para o seu filho. Pareceu-me boa ideia, e para não darmos muito nas vistas, metemos um anúncio na RTP2 a dizer as horas e o local. É mais ou menos nesta altura que perco a noção do tempo pois o dildo do Goucha caiu-me em cima e ainda hoje ando um pouco tonto com o peso monstro que me caiu nos cornos. De qualquer modo, acho que entrámos no armazém previamente combinado e lá estavam eles, 50 marretas. Literalmente, marretas. Tipo o cocas e o poupas amarelo. A sério, jur... Sabem que mais, pode ter sido a pancada do dildo. O Goucha está a dizer-me que eram só quatro gajos. Bem me pareceu estranho, a onda dos marretas é mais guerrilha urbana. Então nós revelamos as nossas intenções e o Goucha saca do dildo, dizendo para nos passarem o presidente com cuidado se queremos ir todos para casa com fé completa na nossa orientação sexual. Eles disparam, eu atiro as minhas cuecas sujas, mato dois. Os outros dois começam a correr, o Goucha atira o dildo rasteirinho, eles tropeçam e caem, e então o Goucha tranca-os nos seus entrefolhos anais. Agarro no presidente, que estava muito preocupado pois já não via Californication para cima de uma semana (a citação exacta foi : "Que se foda Portugal, quando inventarmos um Hank Moody é que eu me preocupo com esta estrebaria") e desato a correr dali para fora. Desligamos o presidente robot que andava a fazer as vezes do real, metemos o real a fazer um discurso à nação e eu e o Goucha vamos dar mergulhos para a fábrica da Sagres.
Eu sei que não falei em drogas nem em cona, mas é para manter o texto limpo que um dia eu quero que os meus netos o leiam. Que tenham uma cópia das minhas memórias na mesa de cabeceira, para um dia sonharem ser os fodilhões que o Avô era. Até parece que os estou a ver: "Oh pai, conta outra vez a história em que o avô viajou no tempo e fez a primeira canzana do mundo". Ai, a juventude, se não fossem eles, tinha que bater punhetas a pensar em velhas.
Boa noite.
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