"O quê?!" oiço-vos a exclamar. "O Fantástico Alexandre volta ao activo após quase um ano sentado no escroto? Não pode ser, não acredito. Pensei que Jesus voltava em Maio."
Pois é, caros companheiros depravados, cá estamos nós para voltarmos a meter esta merda no activo, como uma puta que precisa de pagar a renda e percebe que ser costureira não paga o que pagava. Vamos então saltar de cabeça para esta piscina de fétida nojice a que chamo a minha imaginação. Lembrem-se, não toquem em nada sob pena de virem a ter a sida.
O sol ilumina a planicie. Pela primeira vez em muitos anos, um pequeno e corcunda homem acorda com uma erecção. Teias de aranha permeiam o seu curto chouriço e várias comunidades de ácaros fogem dos seus decrépitos testículos. Ao acordar na sua torre vazia, este pobre anão exclama "Heia, caralho, tou com um tesão ridículo, foda-se, olha para esta merda, nem acredito". No meio da sua felicidade, decide ir buscar uma fita de uma das várias costureiras que moravam no palácio e medir o dom com que fora abençoado neste dia. "8 centímetros?!" grita eufórico. "Tenho um tesão monstro que não posso desperdiçar em punhetas!" diz esta personagem enquanto se veste à pressa para ir ao mercado que decorria na vila. Chegado à vila, ainda com o curto mangalho a pulsar como se de um ser com vida se tratasse, examina rapidamente o local à procura de um sitio húmido e quentinho para agasalhar a costeleta. Ora, sendo anão, a sua visão era perfeita (para os que estão em casa, os anões estão na posição perfeita para procurar gajas pois os olhos estão ao nível da cona) e rapidamente dá com os olhos numa moça muito simples que estava a vender beringelas, bananas e outras frutas em forma de pila. Pensa o anão com a cabecita do caralho "Se vende beringelas e bananas sem pudor, com certeza que mo agasalhará atrás da banca sem vergonha nenhuma na cara. Talvez até me deixe esguichar-lhe o cabelo." Então segue o anão, corajoso com tesão, a pequenita gaita tão dura que se mijasse, mandava a baixo três ou quatro prédios, até chegar a esta senhora. Ao chegar à beira da moça, pergunta-lhe delicadamente "Cara donzela, os seus olhos, azuis como o mar, contrastam com a sua cara de alabastro." ao que a rapariga responde "Olhameste palhaço, mas tu queres o que? Espero que esse altinho nas calças seja um rolo de moedas, porque se não for, é a picha mais curta que eu já vi em toda a minha vida e olha que eu já bati punhetas a canários." O anão, afrontado com este insulto, decide fazer o que qualquer um de nós faria nesta situação. Bate uma punheta para os tornozelos da mulher, rouba-lhe uma banana e foge para casa, onde ficou até hoje a bater punhetas e a enfiar a banana no cu para estimular a próstata. A mulher escorregou na enxorrada de esperma anã, bateu com os cornos numa beringela particularmente dura e desmaiou. A multidão roubou-lhe a mercadoria toda, rasgou-lhe a peida à força de caralho e deixaram-na lá, sozinha, desmaiada numa poça de sumo de tomate anão.
Moral: Se algum anão se chegar ao pé de vocês com conversas bonitas, batam-lhe uma punheta discretamente ou arriscam-se a serem violados por homens que trabalham no campo o dia todo e têm varizes no mastro de tanto enrabar ovelhas.
Boa noite,
Alexandre Caeiro
Pois é, caros companheiros depravados, cá estamos nós para voltarmos a meter esta merda no activo, como uma puta que precisa de pagar a renda e percebe que ser costureira não paga o que pagava. Vamos então saltar de cabeça para esta piscina de fétida nojice a que chamo a minha imaginação. Lembrem-se, não toquem em nada sob pena de virem a ter a sida.
O sol ilumina a planicie. Pela primeira vez em muitos anos, um pequeno e corcunda homem acorda com uma erecção. Teias de aranha permeiam o seu curto chouriço e várias comunidades de ácaros fogem dos seus decrépitos testículos. Ao acordar na sua torre vazia, este pobre anão exclama "Heia, caralho, tou com um tesão ridículo, foda-se, olha para esta merda, nem acredito". No meio da sua felicidade, decide ir buscar uma fita de uma das várias costureiras que moravam no palácio e medir o dom com que fora abençoado neste dia. "8 centímetros?!" grita eufórico. "Tenho um tesão monstro que não posso desperdiçar em punhetas!" diz esta personagem enquanto se veste à pressa para ir ao mercado que decorria na vila. Chegado à vila, ainda com o curto mangalho a pulsar como se de um ser com vida se tratasse, examina rapidamente o local à procura de um sitio húmido e quentinho para agasalhar a costeleta. Ora, sendo anão, a sua visão era perfeita (para os que estão em casa, os anões estão na posição perfeita para procurar gajas pois os olhos estão ao nível da cona) e rapidamente dá com os olhos numa moça muito simples que estava a vender beringelas, bananas e outras frutas em forma de pila. Pensa o anão com a cabecita do caralho "Se vende beringelas e bananas sem pudor, com certeza que mo agasalhará atrás da banca sem vergonha nenhuma na cara. Talvez até me deixe esguichar-lhe o cabelo." Então segue o anão, corajoso com tesão, a pequenita gaita tão dura que se mijasse, mandava a baixo três ou quatro prédios, até chegar a esta senhora. Ao chegar à beira da moça, pergunta-lhe delicadamente "Cara donzela, os seus olhos, azuis como o mar, contrastam com a sua cara de alabastro." ao que a rapariga responde "Olhameste palhaço, mas tu queres o que? Espero que esse altinho nas calças seja um rolo de moedas, porque se não for, é a picha mais curta que eu já vi em toda a minha vida e olha que eu já bati punhetas a canários." O anão, afrontado com este insulto, decide fazer o que qualquer um de nós faria nesta situação. Bate uma punheta para os tornozelos da mulher, rouba-lhe uma banana e foge para casa, onde ficou até hoje a bater punhetas e a enfiar a banana no cu para estimular a próstata. A mulher escorregou na enxorrada de esperma anã, bateu com os cornos numa beringela particularmente dura e desmaiou. A multidão roubou-lhe a mercadoria toda, rasgou-lhe a peida à força de caralho e deixaram-na lá, sozinha, desmaiada numa poça de sumo de tomate anão.
Moral: Se algum anão se chegar ao pé de vocês com conversas bonitas, batam-lhe uma punheta discretamente ou arriscam-se a serem violados por homens que trabalham no campo o dia todo e têm varizes no mastro de tanto enrabar ovelhas.
Boa noite,
Alexandre Caeiro