terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Boa tarde, corredores de meia milha da cobra zarolha. Tenho andado para aqui a pensar, a remoer e tenho-me sentido mal por vos estar sempre a chamar nomes e dizes que são homossexuais e insinuar que usam bens alimentares como supositórios. Pois bem, estou aqui para vos dizer que acabou! A partir de agora vou-vos tratar como merecem, como os seres humanos que são e aposto que muitos de vocês até são boas pessoas.

Era uma armadilha, seus desperdícios de pele! Quem acreditou, caiu na esparrela. Qual o vosso prémio por terem tido fé em mim e no que escrevo? Parabéns, são rotos a dobrar, até o Goucha tinha vergonha de os ver numa discoteca gay (Qual? Não sei, só digo aos taxistas para trazerem as gajas que saem de lá para a minha casa para lhes fazer ver a luz).

Agora levantem-se da abobrinha que usam como almofada de sofá e vamos à verdadeira carne deste post: Será que eu foderia uma anã?

Leram bem, uma anã. Sim, eu sei que os anões aparecem na Branca de Neve. Eu sei que para vocês anão é um descritivo para o que têm entre as pernas. Mas deixem de ser energúmenos, são também pessoas, com sentimentos e sonhos etc. Bem, não sei como estão descritas no dicionário, mas para mim uma anã é alguém que consegue dar cabeçadas na minha gaita sem se ajoelhar e acho que isso as engloba. Agora, será que as deixaria agasalhar-me a costeleta? A minha resposta imediata é sim. Cona é cona, seja de que tamanho for. Mas se pensar um pouco, na logística da situação, a minha resposta muda. Passa de um tépido Sim para um Sim iluminado a néon. "Mas porquê", adivinho eu a vossa mente, confusa por ter de dividir a atenção entre rapar o nome do namorado na púbis e o computador. Eu explico, eu dou-vos a explicação como vocês estão habituados: metendo-lhes tudo à bruta na boca.

Ora bom, uma anã tem um tamanho reduzido, é cona light. Ocupa menos volume e, como consequência, pode-se arrumar em qualquer lado. Todos os armários se transformam em possíveis casas de alterne. Igualmente, uma anã veste menos roupa, o que significa que pelo preço de um hábito de freira tamanho normal consigo fazer 3 ou até 4 hábitos pequenos, ou seja, o bacanal fica muito mais em conta. Não penso só em sexo, penso também em poupar (para mais tarde comprar um sistema de realidade virtual e poder fazer o caralho-a-sete em gajas que não sabem o que está a acontecer).
Agora já estão as anãs vestidas, estou na fase da sedução. O que é que isso significa? Álcool com fartura para que me deixem fazer o que eu quiser e não ficarem com remorsos. Não que isso me interesse, mas quando acordam a chorar molham-me os lençóis todos e eu não sei lavar roupa. Sendo mais pequenas, dois copos de vinho e estão prontas a arrependerem-se para sempre. 
Já na cama, chegamos então à altura da logística. Tenho uma petição feita ao presidente da República para deixarmos de medir as camas em metros e passar para anões. Ora a minha cama dá para 2 por 3 anões, comigo deitado lá no meio, obviamente. Não encho a cama de anões e vou-me embora, não me chamo Cardinalli. Quando chega a hora do castigo, pensem na miríade de posições que são possiveis. Muitas vezes tenho uma anã montada no marreco, duas que estou a usar como luvas e outras duas que uso como pantufas (não há nada tão suave como pele de cona, recomendo). Outra coisa que acabou de me ocorrer agora, quando me agarram na pichota para tentarem chupar (não conseguem, invariavelmente deslocam o maxilar) ficam com a cara toda tapada, dando azo a brincadeiras como por exemplo fingirem que são o Batman ou brincarmos às escondidas.
Estando a costeleta agasalhada, chega a hora de se irem embora. Como não quero que engravidem, pois tenho medo que tombem para a frente, agarro-as pelos ombros e abano, como se fossem uma toalha de mesa. Após dois ou três abanões vigorosos, estão enxutas e prontas a ir. Mas como são mulheres à mesma, embora em saldos de 50%, após terem provado do meu sumo, não querem outra coisa e recusam-se a sair. Agora, se fosse uma mulher de tamanho normal, tinha que ir buscar a vassoura e começar a enxotar mas sendo anãs o problemas tem fácil solução: meto-as num saco e atiro-as pela porta, como se fossem cenouras (não aceito comida com formas fálicas cá em casa).

Dou por terminada esta dissertação. Espero que tenha inspirado os meus leitores heterossexuais a explorarem o mundo da cona anã com a minha benção. Eu sei que não falei dos anões masculinos mas para ser sincero, não sei se existem nem estou preocupado, não me têm utilidade nenhuma.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Bem-vindos, jovens internautas que descobriram este blog no intervalo das punhetas diárias ou ao procurarem no Google "Onde é que está o meu pai?". Existe uma pergunta que me queima a mente, fazendo lembrar o ardor com que deixo as gajas que me chateiam a dizer para meter lubrificante (nunca meto, se quiserem cuspo na ponta, meter lubrificante é contra natura, ou usamos os líquidos que o meu corpo produz ou vai a seco). Que pergunta é essa, oiço já os vossos comentários a formarem-se através de teias de aranha de esperma de terceiros?

Se já temos carros que se conduzem sozinhos, para quando uma robot que me venha mamar quando eu carrego num botão? Qual a relação, dizem vocês enquanto o vosso namorado vos foi buscar uma toalha para vos limpar as costas. Então, muito têm em comum. Primeiro ponto, têm de saber vir cá ter a casa. Não quero a SexBot 3000 num armário, vem cá gente a casa, muitas vezes as putas que cá vêm sofrer trazem os miúdos e imaginem o que não seria abrirem uma porta à procura da televisão (não tenho, se vêm cá a casa é para olhar para mim) e depararem-se com uma mulher toda nua,  tapada dos pés à cabeça com a minha semente. Não que faça diferença traumatizar os putos, mas as mães têm a mania de desentalar o nabo quando ouvem uma criança aos gritos. Ponto segundo, a inteligência artificial. Ora o robot vir cá ter e tratar-me do inchaço e depois ir embora era incrível mas o que era melhor?! A merda da máquina aprender o que eu gosto e por vezes me surpreender. Imaginem a seguinte situação: Estão deitados, acabados de acordar ao rachar do meio-dia. A ereção assusta-vos não só pelo tamanho, que supera os 8 centímetros a que estão habituados, mas também pela distância a que se encontra da vossa boca. Preocupados, assustados, rapidamente abrem a vossa aplicação para chamar a máquina. Chega rapidamente, navegando o trânsito com a mesma destreza com que vocês navegam as casas de banho públicas do parque Eduardo VII. Chegada à vossa casa, o que é que vocês pedem? É aqui que começa o problema. Muitas vezes começo numa sessão de engole o croquete e a meio dou por mim a pensar que preferia esconder a morcela, mas não querendo incomodar a moça que tão prontamente se disponibilizou a sugar o que eu uso para mijar, deixo-a chegar à solução sozinha. Não me metia nestes trabalhos se fosse um robot. Ora não gosto do broche, rapidamente clico noutro botão e mudo para a Playlist da Diana Cu de Melancia. E se não souber o que quero? O robot, com uma simples lambidela, descobre exatamente o que me faria esguichar naquele momento. Como? Não sei, não sou cientista, não uso bata branca a não ser quando finjo que sou médico nas reuniões das Ninfomaníacas Anónimas. 

É com este tipo de dúvidas existenciais que eu lido quase diariamente e me fazem, muitas vezes, não conseguir quebrar o espírito a mais que duas ou três provincianas que vêm à cidade à procura de emprego e uma vida melhor. Eu sei que só levantei dois pontos, mas foi por vossa causa. Eu sei que é o número mais confortável para vocês, visto ser o numero médio de colhões que as pichas têm e, como consequência, ser o número que mais vêm.

"As histórias deste blog são 100% reais. Eu pelo menos identifico-me nas descrições dos leitores." - Filipe