Bem-vindos, jovens internautas que descobriram este blog no intervalo das punhetas diárias ou ao procurarem no Google "Onde é que está o meu pai?". Existe uma pergunta que me queima a mente, fazendo lembrar o ardor com que deixo as gajas que me chateiam a dizer para meter lubrificante (nunca meto, se quiserem cuspo na ponta, meter lubrificante é contra natura, ou usamos os líquidos que o meu corpo produz ou vai a seco). Que pergunta é essa, oiço já os vossos comentários a formarem-se através de teias de aranha de esperma de terceiros?
Se já temos carros que se conduzem sozinhos, para quando uma robot que me venha mamar quando eu carrego num botão? Qual a relação, dizem vocês enquanto o vosso namorado vos foi buscar uma toalha para vos limpar as costas. Então, muito têm em comum. Primeiro ponto, têm de saber vir cá ter a casa. Não quero a SexBot 3000 num armário, vem cá gente a casa, muitas vezes as putas que cá vêm sofrer trazem os miúdos e imaginem o que não seria abrirem uma porta à procura da televisão (não tenho, se vêm cá a casa é para olhar para mim) e depararem-se com uma mulher toda nua, tapada dos pés à cabeça com a minha semente. Não que faça diferença traumatizar os putos, mas as mães têm a mania de desentalar o nabo quando ouvem uma criança aos gritos. Ponto segundo, a inteligência artificial. Ora o robot vir cá ter e tratar-me do inchaço e depois ir embora era incrível mas o que era melhor?! A merda da máquina aprender o que eu gosto e por vezes me surpreender. Imaginem a seguinte situação: Estão deitados, acabados de acordar ao rachar do meio-dia. A ereção assusta-vos não só pelo tamanho, que supera os 8 centímetros a que estão habituados, mas também pela distância a que se encontra da vossa boca. Preocupados, assustados, rapidamente abrem a vossa aplicação para chamar a máquina. Chega rapidamente, navegando o trânsito com a mesma destreza com que vocês navegam as casas de banho públicas do parque Eduardo VII. Chegada à vossa casa, o que é que vocês pedem? É aqui que começa o problema. Muitas vezes começo numa sessão de engole o croquete e a meio dou por mim a pensar que preferia esconder a morcela, mas não querendo incomodar a moça que tão prontamente se disponibilizou a sugar o que eu uso para mijar, deixo-a chegar à solução sozinha. Não me metia nestes trabalhos se fosse um robot. Ora não gosto do broche, rapidamente clico noutro botão e mudo para a Playlist da Diana Cu de Melancia. E se não souber o que quero? O robot, com uma simples lambidela, descobre exatamente o que me faria esguichar naquele momento. Como? Não sei, não sou cientista, não uso bata branca a não ser quando finjo que sou médico nas reuniões das Ninfomaníacas Anónimas.
É com este tipo de dúvidas existenciais que eu lido quase diariamente e me fazem, muitas vezes, não conseguir quebrar o espírito a mais que duas ou três provincianas que vêm à cidade à procura de emprego e uma vida melhor. Eu sei que só levantei dois pontos, mas foi por vossa causa. Eu sei que é o número mais confortável para vocês, visto ser o numero médio de colhões que as pichas têm e, como consequência, ser o número que mais vêm.
"As histórias deste blog são 100% reais. Eu pelo menos identifico-me nas descrições dos leitores." - Filipe
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